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Operação interdita 20 aeronaves e multa empresas em R$ 3 milhões

Vinte aeronaves foram interditadas durante fiscalização contra uso irregular de agrotóxicos em Mato Grosso do Sul. Multas somam R$ 3 milhões a empresas de aviação e fazendas. A ação, entre os dias 20 e 24 de novembro, também ocorreu em Mato Grosso e no Paraná.

Coordenada pelos ministérios públicos Estadual, Federal e do Trabalho, a Operação Deriva II inspecionou 15 empresas de aviação agrícola, central de coleta de embalagens vazias de agrotóxicos e cinco propriedades rurais em 12 municípios do Estado.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) interditou 20 de 26 aeronaves fiscalizadas por irregularidades na documentação, manutenção, operação e mudanças sem aval da agência. Já a Deco (Delegacia de Combate ao Crime Organizado) e o IPC (Instituto de Criminalística da Polícia Civil) vistoriaram outros 50 aviões e apreenderam dois por manutenção irregular, falsidade ideológica no plano de voo e adulteração em peças do motor e cubo de hélice.Multas aplicadas por fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) decorrem de ausência de licença ambiental, contrabando, descarte e armazenamento inadequados de agrotóxicos e relatórios omissos. Caso mais grave foi da empresa Agricenter Aviação Agrícola, de Ponta Porã, multada em R$ 1,6 milhão ao usar produtos perigosos de forma ilegal em área de 10 mil hectares e ser omissa em relatórios.Perícia do MPT (Ministério Público do Trabalho) constatou falhas em relação à segurança dos trabalhadores tais como o abastecimento de aeronaves por pessoas não capacitadas, reutilização de embalagens, inexistência de chuveiros de emergência, lava-olhos, além de descontaminação e higienização de roupas e equipamentos de proteção individual.Operação - Denominada Deriva, a operação faz referência a situações em que o agrotóxico não atinge o local desejado e se espalha a outras áreas,. Esta ainda contou com o suporte da PMA (Polícia Militar Ambiental), PRF (Polícia Rodoviária Federal) e do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Multas nos três estados somam R$ 8,2 milhões.Em Mato Grosso do Sul foram fiscalizadas as empresas Romaer (Aral Moreira), C-Vale (Caarapó), Aeroagrícola Vargas (Naviraí), Agricenter (Ponta Porã), HP Aeroagrícola (Fátima do Sul), Dimensão (Maracaju), Asas do Cerrado e Nórdica (Rio Brilhante), Agripar, Uniagro, Spessatto e Aplic (Dourados) e Inovar (Sidrolândia). A paranaense Pelicano teve aeronave inspecionada em Naviraí, a mato-grossense Rondon no município de Nova Alvorada do Sul e a paulista Ottoboni em Ponta Porã.Equipes ainda estiveram nas fazendas Campanário (Laguna Carapã), Santa Claudina (Caarapó), Nossa Senhora do Carmo e Nova América (Itaquiraí), assim como central de recolhimento de embalagens de agrotóxicos vazias de Maracaju.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) interditou 20 de 26 aeronaves fiscalizadas por irregularidades na documentação, manutenção, operação e mudanças sem aval da agência. Já a Deco (Delegacia de Combate ao Crime Organizado) e o IPC (Instituto de Criminalística da Polícia Civil) vistoriaram outros 50 aviões e apreenderam dois por manutenção irregular, falsidade ideológica no plano de voo e adulteração em peças do motor e cubo de hélice.

Multas aplicadas por fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) decorrem de ausência de licença ambiental, contrabando, descarte e armazenamento inadequados de agrotóxicos e relatórios omissos. Caso mais grave foi da empresa Agricenter Aviação Agrícola, de Ponta Porã, multada em R$ 1,6 milhão ao usar produtos perigosos de forma ilegal em área de 10 mil hectares e ser omissa em relatórios.

Perícia do MPT (Ministério Público do Trabalho) constatou falhas em relação à segurança dos trabalhadores tais como o abastecimento de aeronaves por pessoas não capacitadas, reutilização de embalagens, inexistência de chuveiros de emergência, lava-olhos, além de descontaminação e higienização de roupas e equipamentos de proteção individual.

Operação - Denominada Deriva, a operação faz referência a situações em que o agrotóxico não atinge o local desejado e se espalha a outras áreas,. Esta ainda contou com o suporte da PMA (Polícia Militar Ambiental), PRF (Polícia Rodoviária Federal) e do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Multas nos três estados somam R$ 8,2 milhões.

Em Mato Grosso do Sul foram fiscalizadas as empresas Romaer (Aral Moreira), C-Vale (Caarapó), Aeroagrícola Vargas (Naviraí), Agricenter (Ponta Porã), HP Aeroagrícola (Fátima do Sul), Dimensão (Maracaju), Asas do Cerrado e Nórdica (Rio Brilhante), Agripar, Uniagro, Spessatto e Aplic (Dourados) e Inovar (Sidrolândia). A paranaense Pelicano teve aeronave inspecionada em Naviraí, a mato-grossense Rondon no município de Nova Alvorada do Sul e a paulista Ottoboni em Ponta Porã.

Equipes ainda estiveram nas fazendas Campanário (Laguna Carapã), Santa Claudina (Caarapó), Nossa Senhora do Carmo e Nova América (Itaquiraí), assim como central de recolhimento de embalagens de agrotóxicos vazias de Maracaju.

Campo Grande News